HOZO, Coletânea de Relatos de Experiências
Hhodq HOZO-em Português, 1 de maio de 1999. @Número - 163
Conduzida pela Minha Filha, Que está
Renascendo a Cada Dia.
Yoko Ban, 40 anos - Província de Kyoto
Participante dos Seminários para Treinamento
Espiritual de Três Dias, do mês
de abril.
A filha da senhora Ban, Tomomi foi considerada
delinqüente juvenil e foi colocada em
condicional. O oficial de justiça de Tomomi, aconselhou que ela participasse
dos Seminários para Treinamento Espiritual,
assegurados no Templo da Seicho-No-Ie, em
Uji. Aqui, ela renasceu espiritualmente,
e agora ela está trabalhando no refeitório do Templo, como voluntária. A
senhora Ban ficou tão impressionada
com o desenvolvimento psíquico de
Tomomi, que ela própria decidiu participar
dos seminários.
- Até dezembro de 1998, eu não
sabia nada sobre a Seicho-No-Ie. Minha filha
me conduziu para este maravilhoso ensinamento.
Ela havia sido considerada uma delinqüente
juvenil, porque cabulava as aulas e passou
a ficar em casa sem fazer nada. Ela, frequentemente
saia a noite, sem a minha permissão.
Estava muito preocupada com ela, porém
ela não me dava ouvidos, parecia,
que não havia nada, que poderira ser
feito por ela. Um dia, ela foi pega pela
polícia, quando tentava roubar uma
motocicleta, e ela foi posta sob a supervisão
de um oficial de justiça. No entanto,
o oficial de justiça dela, o senhor
Morimoto é adepto da Seicho-No-Ie
e ele nos informou sobre os seminários
da acadêmia de Treinamento Espiritual
da Seicho-No-Ie, de Uji. A princípio,
ela esteve relutante em participar de um,
dizendo: "Eu não sou do tipo
de pessoa, que pede ajuda a Deus. Eu odeio
religião!" Porém, o senhor
Morimoto persuadiu a com paciência
e entusiasmo. Eu, também disse a ela,
que ela não precisaria ser uma seguidora
da Seicho-No-Ie, só porque ela participou
de um seminário. Assim, mesmo contra
a sua vontade, ela nos consentiu que a levassemos
para conhecer o Templo da Seicho-No-Ie, em
Uji.
Após dez dias, o senhor Morimoto e
eu fomos até o Templo para buscá-la.
Nós pensamos que ela estava ansiosa
para voltar para casa, mas não, pelo
contrário, ela nos disse que queria
ficar na acadêmia e aprender mais os
ensinamentos da Seicho-No-Ie, enquanto trabalha
como voluntaria, no refeitório da
acadêmia. Ficamos muito surpresos,
quando ouvimos isso. Conversando, seriamente
com o senhor Morimoto, resolvi deixar que
ela fizesse o que ela realmente queria fazer.
Eu poderia tê-la trazido, porém
se fizesse isso, ela ainda estaria levando
uma vida sem rumo. Mas, no fundo, queria
que ela desistisse do trabalho e viesse logo
para casa. Eu esperei, mas ela não
voltou. Alguns dias atrás, quando
fui visitá-la, eu a vi, no refeitório,
trabalhando ativamente. Ela estava radiante.
Além do mais, ela conversou comigo,
gentilmente e com respeito. Eu estava tão
surpresa com a mudança drástica
de minha filha, que vinha sempre tomado atitudes
rebeldes em relação a mim.
Então, aos poucos comecei a me interessar
pela Seicho-No-Ie. Eu mesma queria participar
dos seminários para treinamento espiritual
para certificar, o que fez a minha filha
mudar. Um dia a minha filha me telefonou
convidando me a participar dos seminários
de três dias. Nesta ocasião,
ela me conduziu para a Seicho-No-Ie. Enquanto
ouvia aos discursos e a vários testemunhos,
refleti muito sobre mim mesma. Até
então, eu sempre havia pensado, que
era ela a problamática, porque ela
nunca tentava compreender as minhas dificuldades
como mulher divorciada e dava-me grandes
problemas. Mas, finalmente, compreendi que
o problema estava em mim. Eu havia me divorciado,
quando ela era ainda um bebê e eu a
havia desapossado do pai e, eu não
pude conter as lágrimas, quando compreendi
o quanto eu havia sido insensivel, tê-la
privado da presença do pai. Eu senti
me dosolada por ela e desculpei-me com ela
do fundo do coração. Agora
não dá para ficar sem amã-la.
Estou plenamente ciente o quanto ela é
preciosa para mim. Não posso deixar
de sentir tanta gratidão pela Seicho-No-Ie,
que tem nos ensinado a importante verdade
e nos dado a chance de mudar. Muito obrigada.
Gostaria de me inteirar mais nos ensinamentos
da Seicho-No-Ie.
Superei da Depressão, quando despertei
para minha Própria Natureza Divindade
Mika Nagata, 33 anos - Província de
Osaka
Participante dos Seminários para Treinamento
Espiritual, de três dias, do mês
de abril
A senhora Nagata participou dos Seminários
para Treinamento Espiritual, de três
dias, do mês de abril. Despertou para
a sua própria natureza divina como
filha de Deus e superou com sucesso a depressão,
que a vinha torturando a dezoito anos e,
ela pode compartilhar essa maravilha com
o marido e os familiares.
- Os três dias de Seminários para
Treinamento Espiritual, transformaram-me
completamente, apenas três dias, porém
o que me causou impacto estava além
das palavras. Eu vinha sofrendo de depressão
a dezoito anos, desde os meus quinze anos
de idade. Eu tinha crises de depressão
de dois em dois anos. Esse intervalo parecia
tornar-se cada vez mais breve. Sou casada,
tenho um marido e duas crianças adoráveis.
A companhia, em que o meu marido trabalha,
tem filiais em todo o Japão e é
muito provável, que ele seja transferido
para um lugar desconhecido e, eu estou com
muito receio disso. Quando eu estou mentalmente
pertubada, frequentemente peço ajuda
aos pais de meu marido, que moram perto de
nós e como eles tomam muito bem conta
das crianças dá para eu me
dedicar a um tratamento. Então, o
que fazer se a minha família tiver
que mudar para outro lugar? Vou poder contar
com quem? Com essa preocupação
na minha cabeça, sentia-me nervosa
e o meu coração ficava acelerado.
Não conhecia nenhum médico,
que pudesse me ajudar. Eu sabia que tinha
que mudar o meu ponto de vista. Porém,
eu também fui advertida, que eu não
poderia fazer nada, mas que eu própria
tinha uma certa responsabilidade em não
ser capaz de mudar. Eu não sabia o
que fazer e mentalmente pedia a ajuda de
alguém. Em março, fiquei tão
doente, que até me deixou de cama.
Aconteceu eu lembrar da revista "Shiro-Hato"
(Pomba Branca), uma revista mensal da Seicho-No-Ie
para senhoras, a qual foi me fornecida por
uma amiga e eu a folheava. Então,
de repente, não sei porque razão,
senti vontade de visitar o Templo da Seicho-No-Ie
de Uji. Senti que encontraria algo lá.
Imediatamente, pedi aos meus sogros, para
tomarem conta das crianças e apressei-me
para o Templo da Seicho-No-Ie, em Uji, para
participar dos seminários. Os seminários
me transformaram, completamente. Eu podia
controlar de qualquer pensamentos negativos,
que vinham me atemorizando a vários
anos. Eu comecei a agradecer ao meu marido,
aos pais dele e aos meus pais. Eu compreendi
que não era necessário me autopunir.
Eu fiquei mais relaxada e mais receptiva
para me aceitar como eu era. Meu marido e
eu casamos, porque nós nos amávamos,
porém o tempo foi passando e de algum
modo, nós nos acostumamos a rotina
e, isso me pareceu, que ele não gostava
mais de mim. Eu, às vezes, por achar
que ele não me amava mais e a convivência
com ele é que me causaram a pertubação
mental. Estava errada. Nos Seminários
para Treinamento Espiritual, compreendi que
fora eu que o havia ignorado e sido desatenciosa
com ele. Eu estava tão obsecada com
as minhas obrigações como mãe
e com a minha doença, que não
tinha tempo de me preocupar com ele. Ele
pudia ter eximido da responsabilidade sobre
mim. Mas, ele era sempre tão gentil
comigo. Ele me confortava, quando me sentia
deprimida, dizendo: "Não faz
bem para você, ficar pensando sempre
na doença.Tudo bem, se você
está ou não deprimida."
Ele me aconselhou a rezar no altar da família,
uma vez ao dia, para me acalmar. Tudo que
ele me havia dito, estava certo, o qual eu
vim compreender, inteiramente, agora. Em
suma, eu não havia dado ouvidos a
ele. O que ele me havia dito era exatamente
a mesma coisa que falaram durante os Seminários
para Treinamento Espiritual. Ele dizia: Eu
não fugirei da realidade. Devia ser
algo que eu precisava aprender com isso."
Eu era mais velha que ele, porém sentia
que ele era mais maduro e psicologicamente
mais forte.
A mãe dele e a avó me disseram
que ele adorava ler o calendário da
Seicho-No-Ie, que contém mensagens
de esperança. Ele lia quase todos
os dias. Após saber disso, eu providenciei
um e, lia quando queria. Ele não faz
parte da Seicho-No-Ie, porém, às
vezes ele lê a revista "Shiro
Hato"(Pomba Branca) e outros livros
da Seicho-No-Ie. Ele parece ter interesse
nos ensinamentos da Seicho-No-Ie e isso tem
produzido grandes mudancas em mim. Eu não
ficarei atemorizada se ele for transferido,
porque eu sei que a Seicho-No-Ie tem Sedes
Missionárias em toda parte em que
eu for. Muito Obrigada.
Uma Garota, que era Libertina Voltou para
Uma Vida Sagrada Como Uma Filha de Deus
Anônima, 16 anos
Participante dos Seminários Regulares
para Treinamento Espiritual, do mês
de maio
Essa garota era considerada uma delinqüente.
Ela começou a fumar, quando ainda
estava no ginásio. Ela, frequentemente
andava com má companhias, gostava
cheirar tinta a base de "thinner",
fugia de casa e para conseguir dinheiro se
vendia. Porém, ela mudou drasticamente,
quando a mãe dela foi apresentada
a Seicho-No-Ie e foi instruida a louvar a
natureza divina da filha, como filha de Deus,
em vez de repreendê-la, como uma garota
má. A própria filha veio visitar
o Templo da Seicho-No-Ie de Uji, em busca
da Verdade: "O homem é filho
de Deus."
- Vim aqui para aprender os ensinamentos da
Seicho-No-Ie. Eu fumava, cheirava tinta a
base de "thinner" desde a época
do ginásio. Às vezes fugia
de casa e prostituia-me para conseguir dinheiro.
Um dia, quando eu cheguei em casa, depois
de ter cheirado a tinta como de costume,
minha mãe me recebeu calorosamente
ao entrar em casa. Era meia noite. Ela ficou
tão feliz em ver que eu havia voltado
para casa são e salva, abraçou-me
fortemente como se ela tivesse encontrado
uma filha, que estava muito tempo perdida
e havia voltado para ela. Ela disse várias
vezes: "Perdoe-me". Ela, frequentemente
ficava brava comigo e repreendia-me severamente,
quando chegava de madrugada em casa. Porém,
naquela noite ela estava diferente. Fiquei
estupefata por aquela reação
inesperada. Pela primeira vez, arrependi-me
do que eu vinha fazendo. Ao mesmo tempo,
eu me questionava: "O que teria feito
ela mudar?" Foi alguns dias, depois
daquela noite que eu soube que ela foi apresentava
a Seicho-No-Ie. Eu tinha horror de religião,
porque havia lido e ouvido muitas coisas
ruins sobre cultos. Assim, a princípio
odiei a idéia de ter que aprender
os ensinamentos da Seicho-No-Ie. Embora,
eu tenha que admitir que isso conduziu a
minha mãe para a sua própria
manifestação verdadeira. Ela
tornou-se cada vez mais gentil e era "quase"
uma mãe perfeita para mim. Testemunha
de sua transformação, eu, aos
poucos, tomei um interesse pelos ensinamentos
da Seicho-No-Ie e queria participar dos Seminários
para Treinamento Espiritual. Antes mesmo
de conhecê-la, havia perdido interesse
no cigarro, em cheirar a tinta, a base de
"thinner" e desistido das más
companhias.
Esta é a minha primeira participação
nos Seminários para Treinamento Espiritual.
Agora, sou muito feliz em saber como é
importante ser grata aos pais. A Seicho-No-Ie
tem me ensinado a verdadeira felicidade.
Gostaria de aprimorar nos seus ensinamentos,
para poder ajudar as pessoas. Muito obrigada.
A Dormência do Meu Rosto Foi Curada,
Quando Eu Realmente Me Tormei Grato pela
Minha Esposa e pelos Antepassados.
Akira Chigusa, 72 anos - Província
de Shiga
Participante dos Seminários Regulares
para Treinamento Espiritual, do mês
de abril
O senhor Chigusa sentiu profunda gratidão
pela esposa e foi capaz de dizer-lhe: "Muito
obrigado", sem contestar. Ele também
rezou, com sinceridade, pela paz espiritual
dos seus antepassados. Assim, ele percebeu
que a dormência do seu rosto havia
sido aliviada e havia recobrado a visão.
- Eu tive hemorragia celebral, em setembro
de l998. Após três meses hospitalizado,
retornei para casa no final de dezembro.
O lado esquerdo do meu corpo estava paralisado
e, em especial a paralisação
do rosto era grave. Embora, eu fosse ao médico,
regularmente para fazer reabilitação,
os médicos diziam que não havia
cura para a minha paralisação.
Fiquei muito deprimido. Eu vinha aprendendo
os ensinamentos da Seicho-No-Ie a quase vinte
anos. Porém, não me envergonho
em dizer, que eu compreendi realmente pela
primeira vez a profundidade de a "Verdade
da Vida" nestes seminários. Eu
descobri que a minha dificuldade estava em
agradecer a minha esposa, por isso eu lhe
causava muitos problemas e preocupações.
Eu conseguia dizer "obrigado" para
a minha nora e para os meus netos, porém
não conseguia expressar gratidão
a minha esposa. Entretanto, após participar
da Cerimônia da Purificacão
da Mente (Dyoshingyo), percebi que a minha
mente estava repleta de gratidão e
isso me ajudou a dizer a ela, várias
vezes "muito obrigado". Era a terceira
vez que eu participava da Cerimônia
da Purificação da Mente, entretanto
foi a que me comoveu mais. Dizem frequentemente
que as doenças cerebrais têm
origem com a relação com os
pais e os antepassados. Estava surpreso,
por que eu que vinha seguindo a Seicho-No-Ie,
a muito tempo, tinha de sofrer de doença
cerebral? Estes seminários me mostraram
a resposta. O fato mais importante não
é quantas vezes alguém participa
dos seminários, mas como a pessoa
muda o seu ponto de vista. No final dos seminários
a dormência de minha face estava atenuada
e eu havia recobrado a visão, assim
pude ler as Sutras Sagradas sem o auxilio
dos óculos para a leitura.
Aprendi também a importância
do Ato de Amor. Gostaria de me dedicar ao
Ato de Amor, assim como os preletores mostraram-me
o amor que existe em mim.
Reconheci, Novamente O Profundo Amor dos
Meus Pais Através da Cerimônia
da Purificação da Mente (Dyoshingyo)
Tetsuo Ueda, 24 anos
Participante do 51º(quinqüagésimo
primeiro) Seminário para Novos Funcionários
- A primeira vez que vim saber sobre a Seicho-No-Ie,
foi através da companhia em que estou
trabalhando atualmente. Eu, particularmente
tinha um certo preconceito com relação
a religião, devido algumas seitas
que vinham transtornado a Sociedade Japonesa
e também porque eu considerava que
a religião era algo para pessoas fracas,
que precisariam confiar em algo para decidir
o que elas deveriam fazer de suas vidas.
Quando descobri que a companhia (de fibras)
que havia me empregado tinha ligações
com os ensinamentos da Seicho-No-Ie, senti
que havia feito a escolha errada e temia
que me fizessem uma lavagem cerebral. Então,
consultei os meus pais e soube que os meus
avós, os pais de minha mãe,
foram assinantes da revista da Seicho-No-Ie
"Shiro Hato" (Pomba Branca), que
é publicado todos os meses pela Seicho-No-Ie
. Minha mãe também tinha sido
uma leitora assídua da revista "Shiro
Hato" (Pomba Branca) e ela me disse,
que a Seicho-No-Ie é maravilhosa,
porque ela nos ensina sobre a nossa natureza
verdadeira. Porém, para mim, era uma
religião como outra qualquer e não
acreditei, de forma alguma, nos ensinamentos
dela. Porém, a minha descrença
desapareceu misteriosamente, quando participei
dos Seminários para novos funcionários.
O que os preletores ensinavam era novidade
para mim, fiquei impressionado. Foi algo
que virou uma nova página da minha
vida. Tomei um grande interesse por todos
os discursos e queria que prolongassem mais
os discursos, porque queria ouvir mais. O
mais comovente discurso foi, quando disseram
que a nossa natureza verdadeira é
vida: " Se considerarmos que o nosso
corpo é, somente a fala, os trajes
com que nós nos vestimos para viver
ou para trabalhar, isso, então é
apenas matéria sem sentido. Na natureza
verdadeira do homem a doença não
existe. Podemos estender o nosso poder infinito
através de palavras positivas e pensamentos
positivos, e sermos o que queremos ser.
Eu fiquei tão impressionado com o
discurso do professor Kusumoto, quando ele
disse que na sua juventude ele vinha buscando
o amor dos pais. Também fiquei comovido,
durante a Cerimônia da Purificação
da Mente, onde pude oferecer aos meus pais,
pela primeira vez na minha vida, minha profunda
gratidão. Eu pensava que por eles
terem dado a vida a mim, era obrigação
deles cuidarem de mim. Porém, surpreendentemente,
durante as cerimônias muitas lembranças
vieram a minha mente: Quando eu estava no
colegial, era uma causador de problemas e
a escola, frequentemente, chamava a minha
mãe para uma conversa. Eu fui sempre
rebelde, especialmente com a minha mãe,
porém ela acordava cedo todas as manhãs,
sem reclamar e preparava a minha marmita.
Então, compreendi o quanto eu fui
amado pelos meus pais e então, não
pude conter as lágrimas. Na manhã
do dia seguinte à Cerimônia
da Purificação da Mente, fiquei
muito surpreso ao ver o meu próprio
rosto no espelho, porque eu mesmo nunca tinha
me visto com uma expressão tão
serena.
Gostaria de agradecer a companhia, em que
trabalho por ter me dado a maravilhosa oportunidade
de participar dos seminários da Seicho-No-Ie
para novos funcionários. Quero aprender
mais os ensinamentos da Seicho-No-Ie, lendo
os 40 (quarenta) volumes de "A Verdade
da Vida" e praticar a meditação
Shinsokam (Meditação para contemplar
a Deus). Quero também mostrar minha
sincera gratidão aos meus pais.
A Íleo(Apêndice)do Meu Filho
Foi Curada
Hiroko Narita, 72 anos - Província
de Hyogo
Carta de Agradecimento pela Graça
Recebida Através da Cura Divina(Forma
Humana-Um Amuleto feito com um papel de fabricação
japonesa, onde é desenhado a forma
de um ser humano e dentro desse desenho colocamos
o nome da pessoa, a quem foi solicitado a
Forna Humana, para que os preletores possam
fazer a oração)
- Venho através desta para agradecer
a Deus pela cura do apêndice do meu
filho.
Na noite do dia vinte e nove de março,
Toshiaki, meu filho de quarenta oito anos,
foi levado para o hospital, por causa de
uma gripe aguda e foi diagnósticado
como apendicite. A primeira vez que ele teve
apendicite, foi quando ele estava com seis
anos de idade. Ele havia feito três
operações, em um mês,
estava entre a vida e a morte. O médico
disse que não poderia salvá-lo,
porém milagrosamente ele escapou da
morte. Desde então, durante esses
quarenta anos, ele vinha, constantemente,
sentindo dores de apêndice e ora ele
ficava cansado, ora ele sentia frio. Desta
vez, a condição do meu filho
piorou e o médico de plantão
disse, que não sabia se uma operação
salvaria o meu filho e que a operação
em si era muito delicada. Quando ouvi isso,
telefonei imediatamente para o Templo da
Seicho-No-Ie de Uji, solicitando a Forma-Humana
pela Cura Divina. Surpreendentemente, O intestino
dele começou a trabalhar e ele havia
acabado de excretar, assim que terminei a
ligação. Com a Forma Humana
Pela Cura Divina em sua cama, a febre que
ele tinha abaixou e ele foi melhorando dia
após dia. Ele ficou no hospital, apenas
dezessete(17) dias e sem precisar fazer a
operação. O médico se
surpreendeu com o restabelecimento de Toshiaki.
Gostaria de oferecer a minha profunda gratidão
a Deus . Muito Obrigada.
Estes relatos são reimpressões
do "HOZO", uma coletânea
dos testemunhos dos participantes dos Seminários
para Treinamento Espiritual, publicada pelo
Templo da Seicho-No-Ie Uji (Bekkaku Honzan).
Esses são os resumos e traduções
do Original.
("HOZO" e acessivel somente
em
Japones.)
Tradução: Cristina Akiko Oike